A memória compartilhada da África do Sul

O Museu do Apartheid, em Joanesburgo, oferece uma boa opção de cultura que foge ao futebol

Uma boa quebra no ritmo do futebol em Joanesburgo é o Apartheid Museum, ou o Museu do Apartheid, termo que se refere ao regime que se estabeleceu na África do Sul entre 1948 e 1991. Entender a história sul-africana através de sua segregação racial é de suma importância para quem visita o país e ainda vê regiões, ou mesmo cidades, rotuladas pela cor de seus habitantes.

Ainda em seu portão de entrada, os visitantes do museu podem literalmente sentir na pele o que os não europeus (em sua maioria, negros e indianos) viviam nos anos de discriminação. As entradas são separadas para brancos e não brancos. Obviamente, o visitante pode escolher em qual categoria irá entrar. Não é permitido tirar fotos do interior do museu.

Os primeiros corredores são dedicados à raiz dos principais grupos que formaram a África do Sul, chamados San. Como o continente é o berço da humanidade, uma sábia placa dizia que não seria preciso se preocupar em classificar os seres humanos, uma vez que todos somos, de algum modo, africanos.

Nas próximas salas e corredores, a história começa a partir do contexto do surgimento do apartheid. Esta ideia teve sua origem na justificativa de que brancos e negros jamais seriam uma única sociedade, dividindo os mesmos valores e culturas. Alguns historiados acharam explicações na teoria religiosa de que parte dos africâneres acreditavam que cada grupo é predestinado, ou a submeter, ou a ser submetido.

Com o passar dos anos e do aumento da consciência revolucionária negra, em 1948 o regime se tornou explicito através de centenas de leis que determinavam qual espaço o negro deveria ocupar em seu próprio solo. Foi também nesse contexto que a figura de Nelson Mandela ganhou destaque na cidade de Joanesburgo, através de suas inúmeras atuações em movimentos de libertação, principalmente não campanha, inspirada por Gandhi, da resistência sem violência. Mas foi quando a população negra já estava sendo abatida por não reagir que Mandela decidiu encarar a possibilidade de um confronto armado. E, nesse momento, foi preso e condenado à prisão perpétua. Nos próximos 27 anos, a partir de 1964.

Uma seção é totalmente dedicada a Nelson Mandela, também chamado de Madiba. O ativista, camarada, estadista e prisioneiro dedicou sua vida a mudar a mentalidade de seu país. Suas palavras estampadas nas paredes do museu revelam uma personalidade de quem já previa sua missão e o quanto seria importante não fraquejar, motivar as pessoas ao autoconhecimento e ser forte para os anos que passaria encarcerado em uma lha, a Robben Island.

No restante do percurso pelo Museu do Apartheid, a história da África do Sul e de Mandela se misturam, bem como de milhares de ativistas que perderam suas liberdades ou foram executados pelo regime. Somente na década de 1980, após várias manifestações de desobediência que fizeram o mundo voltar suas atenções para o país, é que líderes populares e governantes começaram as negociações para uma nova nação. No entanto, Mandela só seria solto em 1990 e eleito o primeiro presidente negro da África do Sul em 1994.

Em um único dia é impossível conceber toda a injustiça que milhões de sul-africanos sofreram ao longo de décadas. Mas após alguns dias na África do Sul, com um olhar crítico e, sobretudo investigador, é possível entender muito do que ainda se passa no imaginário coletivo. Ainda é muito recente toda a mudança de conceitos na África do Sul, por isso mesmo há pessoas que se habituaram mais ao passado do que a uma nação onde os negros estão ocupando seus espaços na elite sul-africana.

Quando estava sendo julgado por traição à pátria, num processo conhecido como “Rivonia Trial”, Mandela discursou:

“… Durante minha vida, me dediquei a esta batalha dos africanos. Lutei contra a dominação branca e negra. Tenho apoiado o ideal de uma livre e democrática sociedade em que todas as pessoas vivem juntas em harmonia e com as mesmas oportunidades. Este é um ideal pelo qual espero viver para ver. Mas, se preciso for, este é um ideal pelo qual estou preparado para morrer.”

Publicado em FIFA2010, sport, Uncategorized | Deixe um comentário

The shared memory of South Africa , much more than just Football

The Apartheid Museum in Johannesburg offers a good choice of culture that goes beyond the football

A good break in the rhythm of soccer in Johannesburg is the Apartheid Museum or the Museum of apartheid, a term that refers to the regime that was established in South Africa between 1948 and 1991. Understanding the South African history through its racial segregation is of utmost importance to those who visit the country and still see regions or even cities, labeled by the color of its inhabitants.

Still in its entrance gate, visitors to the museum can literally feel the skin which non-Europeans (mostly blacks and Indians) lived in the years of discrimination. Entries are separated to whites and nonwhites. Obviously, the visitor can choose which category will go. Not allowed to take pictures inside the museum.

The first lanes are dedicated to the root of the main groups that shaped South Africa, called San. As the continent is the cradle of humanity, a wise board said it would not have to worry about classifying human beings, since we are all, somehow Africans.

In the next few rooms and corridors, the story begins from the context of the emergence of apartheid. This idea originated in justification that blacks and whites would never be a single society sharing the same values and cultures. Some historians have found explanations in religious theory that some of the Afrikaners believed that each group is predestined, or refer, or be subjected.

Over the years, and improvement of black revolutionary consciousness in 1948 the regime became explicit through hundreds of laws that determined where blacks should occupy space on its own soil.
It was in that context that the figure of Nelson Mandela came to prominence in the city of Johannesburg, through its many roles in liberation movements, especially not campaign, inspired by Gandhi’s nonviolent resistance. But it was when the black population was already being killed for not reacting to Mandela decided to face the possibility of an armed confrontation. And at that moment, was arrested and sentenced to life imprisonment. Over the next 27 years, from 1964.

A section is fully dedicated to Nelson Mandela, also known as Madiba. The activist, comrade, statesman, and prisoner dedicated his life to change the minds of his country. His words printed on the walls of the museum reveals a personality of those who have provided their mission and how important it would not falter, motivate people to self-knowledge and be strong for years in a prison that would lha, Robben Island.

In the rest of the way the Apartheid Museum, the history of South Africa and Mandela’s mix, as well as thousands of activists who have lost their freedom or were executed by the regime.
Only in the 1980s, after several demonstrations of disobedience that made the world turn their attention to the country, is that leaders and governments have begun negotiations for a new nation. However, Mandela was only released in 1990 and elected the first black president of South Africa in 1994.

In a single day is impossible to conceive of any injustice that millions of South Africans have suffered for decades. But after a few days in South Africa, with a critical eye and, in particular researcher, you can still understand much of what goes on in the collective imagination. It is still too recent to change the whole concept in South Africa, so even if there are people who have become accustomed to the past more than a nation where blacks are occupying their spaces in the South African elite.

As he was being tried for treason, a process known as “Rivonia Trial, Mandela spoke:

“… During my life, I dedicated myself to this struggle of Africans. I fought against white domination and black. I have supported the ideal of a free and democratic society in which all persons live together in harmony and with equal opportunities. This is an ideal for which I live to see. But if you must, this is an ideal for which I am prepared to die. ”

Anna Monteiro, Special Correspondent in South Africa for Jornal de Sábado, EXCLUSIVELY for FIFA2010

Editora: Ana Maria Vieira Monteiro

Jornalista responsável: Juliana Ladeira (JP 26952 – RJ)
Comercial: Eduander Silva e Rosane Machado
Editoração Eletrônica: Júlia Almeida
Administração: Gustavo Mattos
Tel:(22) 2645-0402 (Redação)
Tel:(22) 7836-3944 (Comercial)
Estagiárias: Monique Amorim e Marcela Maiques

Publicado em FIFA2010, sport, Uncategorized | Deixe um comentário

Workers face tear gas and rubber bullets in Durban after protesting over pay

It is a shame that matters should turn so ugly during FIFA2010

One woman was hit by a rubber bullet. She lay outside the stadium for nearly an hour before an ambulance took her away.

“We were mounting a peaceful protest because they were not paying us what we expected and we were surprised that the police started charging at us. They fired teargas at us,” said one of the workers, Sydney Nzoli.

Riot police sporting body armor, helmets and guns chased stewards who had earlier been responsible for the security of 62,660 fans from the new Moses Mabhida stadium.

Police blasted teargas as the disgruntled staff, bricks and rocks in hand, rampaged down a Durban highway. Scores of police corralled the protesters before they reached the city center. After a tense standoff, the workers dispersed.

“We were mounting a peaceful protest because they were not paying us what we expected and we were surprised that the police started charging at us. They fired teargas at us,” said one of the workers, Sydney Nzoli.

The around 500 workers later dispersed after police gave them a 10-minute deadline and said their grievances had to be discussed with their employers.

A police spokesman said the disturbance started after workers were paid less than they expected for their work during the match.

One worker said they were paid 190 rand ($24.50) for the day’s work, instead of the 425 rand they were supposed to have been paid in terms of their contract.

Anna Monteiro, Special Correspondent in South Africa for Jornal de Sábado, EXCLUSIVELY for FIFA2010

Editora: Ana Maria Vieira Monteiro

Jornalista responsável: Juliana Ladeira (JP 26952 – RJ)
Comercial: Eduander Silva e Rosane Machado
Editoração Eletrônica: Júlia Almeida
Administração: Gustavo Mattos
Tel:(22) 2645-0402 (Redação)
Tel:(22) 7836-3944 (Comercial)
Estagiárias: Monique Amorim e Marcela Maiques

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

FIFA2010 – strict regulations are in place concerning what is allowed and not allowed in stadiums.

Regular flags and banners of no larger than 2m by 1,50m are allowed.

No bags exceeding 25cm x 25cm x 25cm will be permitted.

Cameras are allowed, as long as photographs taken are for personal use only.

Vuvuzelas must be unbranded and no longer than 1 metre.

No umbrellas, motorbike helmets, weapons, prams, laser pointers, hammers, bottles, cups, cans or jugs, fireworks, megaphones or gas horns will be allowed inside the stadium.

Those who think that they can pack their own snacks and drinks for the match, can also forget about this.

All food and beverages must be purchased inside the stadium.

And don’t try and hide your banana or your wors between your legs – there will be body searches.

Anna Monteiro, Special Correspondent in South Africa for Jornal de Sábado, EXCLUSIVELY for FIFA2010

Editora: Ana Maria Vieira Monteiro
Jornalista responsável: Juliana Ladeira (JP 26952 – RJ)
Comercial: Eduander Silva e Rosane Machado
Editoração Eletrônica: Júlia Almeida
Administração: Gustavo Mattos
Tel:(22) 2645-0402 (Redação)
Tel:(22) 7836-3944 (Comercial)
Estagiárias: Monique Amorim e Marcela Maiques

Publicado em FIFA2010, sport | Deixe um comentário

Nani out of World Cup

Nani suffered the injury in training on Friday in Lisbon before flying out with the team to South Africa.

He enjoys a long list of absentees.

Portugal’s Nani will miss the World Cup because of his shoulder injury, the Portuguese Football Federation just announced.

Nani was quiet in the first half of the season for Manchester United but finished very strongly and this injury puts a lot more pressure on Cristiano Ronaldo to lead the time in South Africa, where they face Ivory Coast, Brazil and North Korea in Group G.

Anna Monteiro, Special Correspondent in South Africa for Jornal de Sábado, EXCLUSIVELY for FIFA2010

Editora: Ana Maria Vieira Monteiro
Jornalista responsável: Juliana Ladeira (JP 26952 – RJ)
Comercial: Eduander Silva e Rosane Machado
Editoração Eletrônica: Júlia Almeida
Administração: Gustavo Mattos
Tel:(22) 2645-0402 (Redação)
Tel:(22) 7836-3944 (Comercial)
Estagiárias: Monique Amorim e Marcela Maiques

Publicado em FIFA2010, sport | Deixe um comentário

Uma sociedade para a Copa do Mundo – FIFA2010

Joanesburgo está mostrando ao mundo seus esforços exigidos pela FIFA2010

Quando a África do Sul foi escolhida para sediar a Copa do Mundo de 2010, um dos pré-requisitos da FIFA era dar a um país em desenvolvimento a chance de provar para o mundo e para si que, com trabalho sério e cooperação, um evento dessa grandeza poderia ser sediado sem maiores transtornos, aquecendo a economia local e promovendo a interação entre várias culturas.

Em 2008/2009, as cidades começavam a virar um canteiro de obras no país africano. Os estádios estavam em seus esqueletos, e pouco se falava em Copa. Quanto ao custo de vida, os preços para um turista brasileiro eram razoáveis. Apesar do câmbio nos favorecer (1 real = aproximadamente 4 rand, assim mesmo, sem plural), mas convertendo os valores, os produtos saem em média um pouco mais baratos do que no Brasil.

Para quem compra a passagem aérea com bastante antecedência, também é possível conseguir uma tarifa que não chega a 1500 dólares, ida e volta. A estadia, para quem não liga em dividir o quarto, como nos albergues, estava na faixa de R 80 a R 100 (rand). Porém, como a conhecemos na Região dos Lagos, a temporada muda muita coisa.

Eis que chega o 1º de junho, dia da viagem. Para quem sai do Rio, deve pegar um avião até Guarulhos, de onde sai o voo da South African Airways para a África do Sul, companhia mais econômica com voos diretos. De lá até Joanesburgo são oito horas de viagem, algumas delas de desconforto, pelas poltronas da classe econômica reclinarem menos do que uma poltrona de ônibus. Pois bem, saímos às 18h de Guarulhos e chegamos às 7h em Joanesburgo, já considerando o fuso horário, que é de cinco horas a mais.

Como disse no início da matéria, esta Copa do Mundo representou uma reestrutura completa em vários aspectos da cidade, principalmente no da segurança e organização.

Para qualquer imigrante no mundo, o primeiro passo nos aeroportos é a identificação pelo passaporte. Assim como para várias nacionalidades, na África do Sul os brasileiros não necessitam tirar previamente o visto. É só desembarcar, passar pela imigração, mostrar o passaporte e obter o visto de estadia por três meses.

As mudanças da primeira visita ao país para a última quarta-feira, quando cheguei, começaram a ser percebidas ainda no aeroporto, o Tambo International Airport, um dos maiores do mundo. Nos guichês da imigração, os oficiais agora possuem uma câmera sensível a temperatura. A utilidade disso?

Além do computador capturar uma imagem atual do turista (não ficando preso à foto do passaporte), a máquina identifica organismos fora do normal. Bom, só soube disso porque eu fui um desses organismos. Como havia sentido ainda no avião, estava com febre. A onda do vírus H1N1 parece ser o principal motivo da investigação.

Antes de oficialmente entrar no país, fui levada a uma clínica dentro do aeroporto. O motivo da minha febre foi apenas a mudança de temperatura dos últimos dias em Cabo Frio, mas tudo foi notificado. Fui medicada e finalmente passei pela imigração.

Outro ponto de preocupação das autoridades é eliminar a fama do aeroporto internacional de Joanesburgo ser um “engolidor” de malas. Como vi em uma reportagem, há algum tempo atrás, o extravio e roubo de malas é uma realidade constante na África do Sul. Não sei dizer quanto a isso se as coisas mudaram, mas nesse aspecto, não virei estatística.

Quanto aos preços, já pude perceber a inflação da “estação FIFA”. Um simples chip de uma operadora local me custou R 149 (rands). Há pouco mais de um ano atrás, o mesmo custava R 0,99. A telefonia como um tudo ficou mais exigente.

Aos turistas estrangeiros, para se ter um número de telefone celular aqui, é preciso deixar uma cópia do passaporte no estabelecimento que vendeu o chip.

Mas o que foi mais inflacionado, em uma análise rápida, foi a hospedagem. Um lugar no dormitório dos albergues está custando por volta de R 300. Um quarto só para você sai a uns R 500. Os hotéis, três estrelas no mínimo, podem chegar a R 1000 a diária. Para hotéis cinco estrelas os preços não estão nem à mostra na Internet, mas algo em torno de R 5000 a R 10000.

Já pude sentir também a razão pela qual a seleção brasileira teve que fazer um treinamento em Curitiba antes de vir para cá. A temperatura chegou a 6º C hoje pela manhã e até agora não aumentou muito. Aquecedor é um artigo de primeira necessidade, assim como a famosa herança da colonização, o chá quentinho da tarde.

Por conta do feriado, fechamos o Jornal de Sábado na quarta-feira, por isso, as notícias da Copa, diretamente daqui, virão na edição do dia 12 de junho, com os detalhes do Mundial. Entretanto, pela Internet, a partir de hoje, os internautas podem acessar as matérias da África do Sul e do que ela está vivenciando com a Copa do Mundo. Afinal, um olhar crítico da sociedade e o da logística que uma Copa do Mundo cria, nos ajuda a pensar qual será o desafio para 2014.

Ana Monteiro
Correspondente na África do Sul

http://jornaldesabado.com.br

Publicado em sport | Marcado com | Deixe um comentário

Ingressos para a Copa do Mundo ainda estão à venda – FIFA2010

Um dos problemas tem sido a compra pela internet, uma vez que o site da FIFA (www.fifa.com) está constantemente congestionado e o sistema costuma cair na hora da finalização da compra.

Assistir aos jogos da Copa do Mundo nos estádios da África do Sul pode ser uma tarefa difícil.

A outra situação foi vivida por Matheus Sukar, jornalista pernambucano que veio cobrir a Copa do Mundo e tentou comprar alguns ingressos para as partidas em Joanesburgo.

Matheus foi a uma rede de supermercados credenciada pela FIFA e teve que esperar muito na fila. Quando chegou sua vez, a máquina dos cartões de crédito não conseguiu se conectar ao sistema. “Vou continuar tentando, mas dessa vez, vou levar o cartão e dinheiro em espécie, esperando que o problema seja solucionado, já prevendo que outros possam aparecer.”

Para estrangeiros que vêm para a Copa, os ingressos não estão caros, se comparados ao resto dos custos da viagem. Atualmente, os ingressos ainda disponíveis são para jogos não concorridos, ou seja, de times sem grande atuação nas Copas anteriores, como Suíça e Chile, em Porto Elizabeth, no dia 21 de junho. Para este jogo, estão disponíveis todas as categorias, que são quatro.

Para a categoria 1, ou seja, os lugares de melhor visualização do campo, um ticket está valendo R$ 875,50. Na segunda, os ingressos custam R$ 585. Para a categoria 3, um ingresso custa R$ 390. Por último, na categoria para usuários de cadeiras de roda, o ingresso está ao preço de R$ 136,50. No entanto, esses valores são para as partidas de abertura. Conforme as rodadas vão eliminando as seleções, os ingressos vão ficando mais caros, proporcionalmente às suas categorias. Por exemplo, um ingresso para a final, na categoria 1, sai a R$ 1175.

Os sul-africanos pagarão menos pelos ingressos, mas ainda assim, quando os primeiros ingressos começaram a ser vendidos, a população reclamou do preço.

Bianca Adams, que vive em Joanesburgo, disse que seus compatriotas tiveram bastante dificuldade no início das vendas dos ingressos, que a princípio, foram vendidos por meio de formulários ou pela internet. “Como nem todo mundo podia comprar online, e os formulários tornavam o processo muito burocrático, foi preciso que a FIFA abrisse os centros de venda, onde se pode comprar os ingressos diretamente”, afirma a empresária sul-africana.

Ana Monteiro
Correspondente na África do Sul

http://jornaldesabado.com.br

Publicado em sport | Marcado com | Deixe um comentário